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segunda-feira, 1 de abril de 2013

QUERIDOS AMIGOS E IRMÃOS E COM MUITO PRAZER E CARINHO VOS CONVIDO A VIR LOUVAR DEUS CONOSCO A NOSSA CONGREGAÇÃO FICA NA RUA FLOR DE LIZ NUMERO 800 BAIRRO MIRANTE BELO HORIZONTE MINAS GERAIS 

sábado, 30 de março de 2013

nova lição da escola bíblica dominical, você não pode ficar de fora. Já está disponível para Download a nova edição da Revista Digital Lições Bíblicas Mestre.

Agora o professor de Escola Dominical pode ter direto no computador, uma ótima ferramenta para o estudo da Palavra de Deus. Fácil e pratica de usar. A nova Revista Digital Lições Bíblicas Mestre da CPAD foi criada para aprimorar ainda mais a preparação da sua aula e assim fortalecer o entendimento da Palavra de Deus, tornando o estudo muito mais agradável e interativo.

O currículo de Escola Dominical da CPAD é um aprendizado que acompanha toda a família. A cada trimestre, nossas revistas oferecem um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus. Neste 2º trimestre de 2013 a revista Lições Bíblicas da CPAD terá como tema: A Família Cristã no Século XXI: Protegendo seu Lar dos ataques do Inimigo. Com comentários feitos pelo Pastor Elinaldo Renovato de Lima, tendo como Consultores Doutrinários e Teológicos os pastores Antonio Gilberto e Claudionor de Andrade. A Família Cristã é um campo de batalha onde o Espírito de Deus luta contra Satanás, e nós precisamos ter consciência de que podemos glorificar a Deus com a nossa família. Nosso lar só alcançará a vitória quando resistir aos ataques do inimigo. Para isso precisamos estar submissos a Deus e à Sua Palavra.

Para estudar as Lições Bíblicas deste trimestre em seu computador, faça o download do arquivo executável, instale e adquira a sua assinatura. Com esse aplicativo você vai centralizar a leitura de vários trimestres que estiverem no período de sua assinatura. Se já é assinante, depois de instalado, você precisa registrar novamente a sua assinatura e assim confirmar a instalação da versão atualizada.

Na Revista Digital Lições Bíblicas Mestre você encontra todo conteúdo da revista impressa Lições Bíblicas Mestre da CPAD e muitas outras novidades: o Menu Vertical pode ser recolhido facilitando a navegação, calendário de Leitura Diária, controle no tamanho das letras na Bíblia. Funções extras: Texto Bíblico completo, Glossário com mais de 3.000 palavras difíceis, espaço para Cadastro e Avaliação do desempenho dos seus alunos, Visualização da revista com o formato e-book (revista digital), Leituras Diárias, Hyperlinks e muito mais.

domingo, 10 de março de 2013

A malandragem do vaticano


Por que comer peixes e bacalhau durante a Semana Santa?
SANTA JOGADA COMERCIAL
A Semana Santa, também chamada pelos tradicionalistas de os “Dias Grandes”, é um misto de proibições (o jejum) e comidas deliciosas, especialmente os pescados.
No período da Quaresma, durante 500 anos era seguido à risca o preceito de não se comer carne na quarta-feira de Cinzas e em nenhuma sexta-feira naqueles 40 dias até a Páscoa.
A sentença (mercantilista) do Vaticano condenava à abstinência de se ingerir carne todos os dias da Quaresma. Que concluía com uma semana inteirinha dedicada a guardar contritamente a dor sofrida por Jesus Cristo, com rezação, mortificação e silêncio.
Houve tempos em que o negócio era perigoso, levado a ferro e, principalmente, fogo.
Por sorte, hoje não é tanto assim. Mas nem todos sabem como surgiu esta prática de guardar o estômago para os prazeres oriundos do mar ou das afamadas receitas portuguesas quando o assunto é bacalhau.
É certo que não há, nas sagradas escrituras, nenhuma norma ou referência que regulamente o consumo de peixes nesta época do ano. Da mesma forma como é fácil compreender a jogada comercial que motivou a prática.
Na virada do século XV para o XVI o Vaticano financiava boa parte das grandes expedições marítimas. Para tanto associou-se a vários reis e rainhas católicos, em particular da Espanha e Portugal. Nos novos continentes descobertos, seu quinhão estava assegurado — a peso de muito ouro e enormes propriedades.
É nesta época que, de repente, a Igreja cisma de decretar que, em reconhecimento ao sofrimento de Cristo, os fiéis não poderiam consumir carnes “quentes” ou “vermelhas” durante a Quaresma.
O que nem todos sabiam é que o Vaticano, na verdade, era proprietário da maior frota bacalhoeira — caravelas para a pesca do bacalhau que levavam os “dóris”, barcos a remo nos quais os pescadores (bacalhoeiros) se lançavam ao mar para a pesca.
Seus armazéns ficavam abarrotados e era preciso escoar regularmente a mercadoria antes do vencimento dos prazos de validade (afinal, peixe salgado também estraga porque o sal se desfaz a baixas temperaturas durante o inverno).
Assim, visando a maximizar seus lucros, espertamente os padres proibiram o consumo de outros tipos de carne durante a Quaresma. Não deu outra: as vendas de bacalhau explodiram, já que o alimento era apreciado nas camadas populares europeias, sobretudo portuguesas, por ser nutritivo e barato.
Os ricos e nobres continuaram mandando brasa nos seus faisões.
Não por acaso há uma expressão em Portugal referente às visitas inesperadas (e de baixa condição social) que batem à porta em horário próximo do almoço. Quando se pergunta o que servir como alimento, o dono da casa ou anfitrião costuma dizer: “Para quem é, bacalhau”.
E assim, durante séculos, até a Segunda Guerra Mundial, o bacalhau foi comida de pobre, mesmo no Brasil, cujo consumo massivo se deu após a chegada da corte portuguesa.
Também não é à toa que comer bacalhau em qualquer birosca, especialmente da zona norte do Rio de Janeiro, é sempre saborear um manjar dos deuses. É a manha da tradição culinária sedimentada na corte, com as bênçãos da igreja católica.
Para sorte do nosso paladar, agora nem adianta mais reclamar ao bispo pela malandragem de seus predecessores de batina…



MULHER DE POTIFAR 2

por favor veja este video

sexta-feira, 8 de março de 2013

O que voce acha do ovo de pascoa, eum costume pagão ou cistão ?


A origem pagã da pascoa
Grande parte das tradições do feriado de Páscoa está contida nos rituais pagãos, que gerou grande variedade de lendas e costumes que passaram a fazer parte da celebração atual.
Na realidade não existe uma “páscoa” pagã, e sim a festa e a celebração da chegada da Primavera celebrada pelos antigos povos pagãos da Europa e outras regiões.
Muito antes do nascimento de Cristo as tribos pagãs da Europa adoravam a bela deusa da primavera –EE-ah-tra ou Eostre. Festivais para celebrar o nascimento da primavera eram organizados em honra a Eostre no final de março tempo em que o inverno acabava e a primavera começava a brotar no hemisfério norte.

Eostre evoluiu em inglês para Easter e em alemão para Ostern, que significa Páscoa. Outros associam a palavra Easter com o nascer do sol no Este (Leste).
Nesse período, muitos desses povos realizavam rituais de adoração para Eostre, a deusa da Primavera. Em suas representações mais comuns, observamos esta deusa pagã
representada na figura de uma mulher que observava um coelho saltitante enquanto segurava um ovo nas mãos. Nesta imagem há a conjunção de três símbolos (a mulher, o ovo e o coelho) que reforçavam o ideal de fertilidade comemorado entre os pagãos.

Para os judeus antes mesmo do nascimento de Jesus a páscoa já era celebrada onde para eles era chamado de Pessach e tinha outro sentido: o de liberdade, após anos de escravidão no Egito.
Para os judeus a páscoa significa “passagem”, por isso o nome da festa é Pessach. De acordo com a tradição judaica, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3500 anos, quando o Senhor enviou dez pragas sobre o povo do Egito e depois de todas elas o faraó libertou os escravos.
Os cristãos e judeus celebravam a Páscoa e o Pessach no mesmo dia. Porem sempre muito ligados a tradições, os cristãos desejavam unificar suas celebrações de Páscoa e fizeram articulações para conseguir este feito.
O Imperador Constantino I, que havia aderido ao cristianismo pediu que o Papa Gregório XIII aproveitasse o encontro com os líderes religiosos no Concílio de Nicea, em 325, para fixar uma data oficial que segundo ele seria o primeiro domingo após a primeira lua cheia a partir do primeiro dia de primavera.
Mesmo com esse encontro o concilio não conseguiu chegar a um acordo e as celebrações prosseguiram em datas diferentes. As Igrejas do leste europeu (ortodoxas) passaram a seguir o calendário Juliano e as do oeste (romanas) adotaram as determinações do Papa Gregório.
Neste período, o clero tinha a enorme preocupação de ampliar a quantidade de fiéis. A adaptação de algumas antigas tradições e símbolos religiosos de outras culturas e religiões foi um método muito pratico encontrado pelos cristãos para conguirem ampliar a quantidade de fiéis. A partir de então, é observado à pintura de vários ovos com imagens de Jesus Cristo e sua mãe, Maria.
No auge da idade media, nobres e reis de condições mais elevadas costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus com o uso de ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas.
O Ovo.

Os ovos, símbolos da fertilidade, eram pintados com símbolos mágicos ou de ouro, eram enterrados ou lançados ao fogo como oferta aos deuses.
O ovo é considerado a mais perfeita embalagem natural. Em diversas culturas também simboliza o começo do universo.
Ovos eram cozidos e comidos nos festivais do antigo Egito, Pérsia, Grécia e Roma. Era costume pintar os ovos e presentear os entes queridos para celebrar a chegada da primavera, depois do longo inverno no Hemisfério Norte.

Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substituídos por ovos de chocolate
Vários costumes associados à Páscoa não existiam até o século XV.
Os cristãos adotaram esta tradição e o ovo passou a ser o símbolo da tumba da qual Jesus ressuscitou.
Ovos de chocolate começaram a aparecer no século XVII. Ovos de plástico recheados de ovos de chocolate ou bombons surgiram na década de 60.
A lebre.

A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade.
A lebre simbolizando a primavera também tem origem anglo-saxônica e pré-cristã onde simboliza a fecundidade.
Lebres e coelhos eram associados à abundância e a vida, após um inverno de privações.
Desde a antiguidade a lebre, cuja gestação dura apenas um mês, era a representação da Lua, que neste mesmo espaço de tempo passa da escuridão da Lua Nova ao brilho da lua Cheia.
As crianças suíças acreditam que um cuco traz os ovos, as tchecas esperam que uma cotovia lhes trouxesse presentes e as alemãs possuem outras duas opções, além do coelho: galos ou cegonhas.
No Brasil, tradição do coelho e dos ovos de Páscoa data do início do século XX. Foi trazida, em 1913, por imigrantes alemães. 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Uma nova experiençia

No dia 31 de dezembro de 2012 fui empossado na congregação assembleia de Deus do bairro mirante, para  auxiliar o pastor cicero de souza, para me e uma nova experiencia  estou feliz em poder ser útil aos meus irmãos em cristo, estou ali para servir a igreja de cristo, quando Deus nos chama ele nos prepara primeiro, isso aconteceu comigo, alguns meses antes de eu ser enviado para aquela igreja, Deus colocou um amor imenso no meu coração para com a igreja, a alegria que estou sentindo e semelhante a alegria de um novo convertido, eu não sei quanto tempo vou ficar ali naquela congregação, mas, o tempo que eu ficar ali eu quero aproveitar cada minuto desse tempo para trabalhar para o Senhor em prol da igreja, a unica coisa que me incomoda um pouco e meus filhos que estão em outra congregação, mas, só de saber que eles estão servindo ao senhor isso me alegra.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

CAROS IRMÃO, NO DIA 31/12/2012. FUI EMPOSSADO  NA ASSEMBLEIA DE DEUS NO BAIRRO MIRANTE PARA AUXILIAR O PASTOR CICERO NA DIREÇÃO DA MESMA, POR ESSE MOTIVO NÃO ESTOU FAZENDO AGENDA NOS DAS DE TERÇA, QUINTA E DOMINGO, NOS DEMAIS DIAS ESTOU A SUA DISPOSIÇÃO, DEUS VOS ABENÇOE.. Waldeci Fernandes

sábado, 22 de dezembro de 2012

A VERDADEIRA HISTORIA DO NATAL


A TERRA DE SHINAR!!!

A rainha de Babilônia, Sâmiramis, engravidou e disse ao mundo ser virgem. Deu a luz a um filho ilegítimo e o chamou de Tamuz. Afirmou que Tamuz era a reencarnação de Ninrode.
Consultou seus astrólogos e lhe disseram que 25 de dezembro era o solstício de inverno, dia em que o sol está em seu ponto mais distante da terra. Sâmiramis ordenou ao mundo que comemorassem o aniversário de seu filho Tamuz é claro era o deus do Sol (Baal Thamuz) representante de Satanás no dia 25 de dezembro.
 era o solstício de inverno, dia em que o sol está em seu ponto mais distante da terra. Sâmiramis ordenou ao mundo que comemorassem o aniversário de seu filho Tamuz é claro era o deus do Sol (Baal Thamuz) representante de Satanás no dia 25 de dezembro.Declaram que o dia 21 de dezembro o sol, ou Baal Thamuz, morre. Então no dia 24 de dezembro, começa a ressuscitar, e no dia 25 de dezembro é o seu aniversário.SÂMIRAMIS ordenou aos seus sacerdotes que atuassem... Eram professores da mentira, da magia e da ilusão. Por toda a parte começaram a aparecer estátuas ou ídolos de Sâmiramis carregando o pequeno deus solar.Dizia ser o espírito de Deus, encarnado em uma mãe humana. Era a mãe virgem e dizia que ele era seu salvador. Seu símbolo era a lua.As histórias de Ninrode, Sâmiramis e Tamuz circularam por todo o mundo. Suas fábulas se fizeram popular na mitologia. Conceberam-se deuses e deusas, todos baseados nesta trindade babilônica. Chegaram a ser conhecidos como a família santa ou sagrada família. Para enganar ao mundo com milagres mentirosos, Satanás valeu-se de demônios para produzir uma imagem de Sâmiramis que aparecia em diversos lugares e formas. Esses fenômenos se chamavam “milagres”. Tais visões ou aparições ocorreram nas religiões pagãs sob vários nomes: Vênus, Diana, Ísis, Madona, Guadalupe, Aparecida, Fátima, etc.Este sistema de idolatria se espalhou de Babilônia para todas as nações, pois foi deste lugar de onde se dispersaram os homens sobre toda a face da terra. Com suas línguas divididas, formaram as nações e levaram consigo seus deuses (Ninrode, Sâmiramis e Thamuz), porém com diferentes nomes e seus respectivos e misteriosos símbolos idolatras.                                                                                                                     Natal (Nascimento do Sol)Provas BíblicasNatal, 25 de dezembro, dia designado em nosso calendário como o dia do nascimento do Salvador. Mais é verdadeiramente o dia em que o Messias nasceu? São os costumes desta temporada de origem Judaica? Ou é o resultado de outra mesclagem entre o paganismo e o cristianismo?Fixemo-nos na palavra em inglês Cristhmas, notemos que é uma mesclagem de duas palavras. Ao mesmo tempo em que inclui o nome Cristo, também menciona a missa. Temos conosco estudos que mostram que a missa com seus ritos e cerimônias elaboradas, orações pagãs pelos mortos, transubstanciação etc nada mais são que a sua continuação dos ritos pagãos vindos da Babilônia, ver mais detalhes a seguir.Em Espanhol natal é conhecido como Navidad e se encontra na bíblia, (nati-vita ou nascimento que dá vida) como veremos, 25 de dezembro não é data em que o Salvador nasceu! É evidente que nosso salvador não nasceu durante o inverno, pois quando Ele nasceu os pastores cuidavam de seus rebanhos no campo. Havia também pastores que na mesma terra guardavam ou cuidavam do seu gado nas vigílias da noite (Lucas 2:8). Como é conhecido de todos, os pastores na palestina não fazem este trabalho durante o inverno; Sempre trazem seus rebanhos das montanhas aos redis (cercados) antes de 15 de outubro.Com isto esta claro que o Salvador não nasceu na metade do inverno. Não dizem as escrituras em que época do ano nasceu O Salvador? Sim! As escrituras indicam que nasceu no outono. O ministério de nosso senhor na terra durou 3,5 anos (três anos e meio) Daniel-9:27. Sua morte ocorreu no final da peseach (Passagem) Yohanam (João 18:39),a qual era na primavera. De forma que três anos e meio antes desta época foi o começo de seu ministério terrenal, ou seja, no outono.Portanto, quando o Salvador começou seu ministério teria trinta anos (Lucas 3:23) esta era a idade aceitável para que um sacerdote pudesse começar seu ministério segundo o Tanak(Primeira aliança)  (Números 4:3) De maneira que como o Messias começou seu ministério na idade de trinta anos e no outono, trinta anos atrás marcaria também seu nascimento no outono e não no inverno.Apesar de as escrituras não indicarem a data exata do nascimento do Messias, há meios, e um deles, é se averiguar a data aproximada do nascimento de (Yohanam) João Batista e como João (Yohanam) nasceu seis meses antes do Messias, ao compararmos ambas as datas podemos concluir a data aproximada em que nasceu o Messias. Zacarias, pai de João, era sacerdote no templo de Jerusalém. Naquela época, cada sacerdote tinha um templo. Havia 24 divisões ou períodos dos serviços durante o ano. Os nomes são dados em crônicas 24:7-19.De acordo com Joséfo, cada um desses períodos duravam um semana, a primeira semana começava no primeiro mês (nissan)no principio da primavera(1a.Crônica 27:1-2).depois de seis meses esta ordem de períodos era repetida para que cada sacerdote pudesse servir duas vezes ao ano durante uma semana.Ver em (antiguidades dos judeus .v.7.p.7.14.)Então,três semanas do ano todos os sacerdotes serviam juntamente durante  o período da peseach, pentecostes e a festa dos tabernáculos.Com estes dados como fundamentos, vemos então qual o período que serviu Zekarraryahu (Zacarias): ‘Houve nos dias de Herodes, Rei da Judéia, um sacerdote, chamado Zacarias, da ordem de Abias, e aconteceu que exercendo Zacarias o sacerdócio diante do Eterno pela ordem de sua vez lhe apareceu um anjo do Senhor’’O anjo lhe revelou que sua esposa Isabel, apesar de ser avançada em idade, daria a luz a um filho (Lucas 1:5-13). Em que época do ano exercia Zacarias a ordem do seu turno? De acordo com I crônicas 24:10, ordem de Abias era a oitava ordem.Quer dizer,a data era 27 de Sivam ,ou seja, 8 à 10 de junho.Depois do seu serviço semanal no templo, Zacarias foi obrigado a permanecer no templo outra semana porque a seguinte era Shavuót (pentecostes). Ao regressar para sua casa nos montes da Judéia, aproximadamente a trinta milhas ao sul de Jerusalém, a sua esposa concebeu (Lucas 23: 24). Isto foi aproximadamente em meados de junho, se acrescentamos mais 9 meses, chegamos a uma data aproximada do nascimento de Yohanam, (João) de acordo a este cálculo, Ieshua nasceu no principio da primavera.Por ser o Messias mais jovem que Yohanam, simplesmente acrescentaremos este tempo à época em que João nasceu, e teremos o resultado: Que o Messias nasceu em meados de setembro. Como podemos ver nosso senhor nasceu no outono e não em 25 de dezembro.Outra prova desta conclusão, é que, no dia que o Salvador nasceu Yossef (José) e Mirian estavam em Beith´lehem (Belém) para se alistarem (Lucas 2:1-50). Não há registro que indique que este período fosse inverno, nem motivo algum para crermos como temos lido muitas vezes em comentários de natal, que o alistamento houvesse causado uma aglomeração de forasteiros que não permitiu a Yossef (José) e Mirian (Maria) Encontrarem lugar nas hospedarias. Não há nenhuma razão para crer que fossem tantos os judeus vindos á Beith`lehem (Belém) oriundos desses povoados, pois todos os judeus se encontravam inseridos às terras de seus antepassados. José e Mirian tiveram que fazer isto por causa da perseguição de Herodes contra o menino Sagrado, o que causaria então, tanta aglomeração? O mais provável é que fosse a festa anual de outono, (Sucót), e que Yossef (José) e Mírian participassem como bons Judeus; porém desta vez, estavam no direito de abster-se devido ao estado de Mirian, entretanto, tiveram que fazer devido à coincidência do decreto real para o alistamento, cada qual na cidade onde nasceu (Lucas 2:2) Yerushalayim (Jerusalém) tinha, normalmente, uma população de 120.000 habitantes, porém segundo Joséfo, durante as festas, algumas vezes, se reuniam ali até dois milhões de Judeus. Com tão grande multidão que vinham a estas festas. Não somente enchia Jerusalém como também a aldeia de Belém situada a cinco milhas ao sul. Isto acontecia ao final da plantação, festa de (Sucót) evidências dadas anteriormente, indicam que o nascimento do Salvador aconteceu no outono e não no inverno 25 de dezembro.                                                                              Que dizem as enciclopédiasEnciclopédia Britânica edição 1946 diz: Natal não estava entre as festas primitivas da igreja... Isto não foi instituído pelo Messias ou os apóstolos, ou pela autoridade da Bíblia, mas foi copiada do paganismo.Enciclopédia Americana edição 1944 diz: de acordo com varias autoridades o Natal não era celebrado nos primeiros séculos da igreja cristã, pois o costume cristão, em geral, era celebrar a ‘‘morte ”das pessoas celebres e não o seu “nascimento”. A comunhão da santa ceia que é instituída pela autoridade do novo testamento é um memorial da morte do Salvador. A festa do natal, foi estabelecida em memorial do nascimento do Messias no século IV. No século V a igreja ocidental ordenou ser celebrada pra sempre o dia da velha festa romana do nascimento do sol, pois não havia conhecimento certo do dia do nascimento do  Messias.Assim resolveram juntar a comemoração do nascimento do salvador ao paganismo romano. E isto se comemora até os dias de hoje, mesmo nas igrejas de confissão evangélica.Muitas enciclopédias e outras autoridades afirmam que O Salvador não nasceu em 25 de dezembro. Mesmo a enciclopédia católica confirma este fato.